Lalaiá, lalaiá, lalaiá, la laiá
Lalaiá, lalaiá, lalaiá, la laiáHoje o mar desabou
E se pôs a chorar,
Sem lágrima,
A onda balança o soluçar. Maré baixa avisou
A rainha Yemanjá
Reuniu os orixás
Sertão não virá mar. O meu rio secou
Quedas e cachoeiras
Iracema entoou um canto,
Chamou chuva. Correnteza levou,
Vi geleira suar
Conta gotas de amor evaporar. M’água do mundo
Insípida, inodora e incolor
Inocente, impotente e indolor
Finge ver o homem seu protetor. Pescadores, baleias, sereias do mar
Poças, poços e o mundo de pó até posso mudar
Salvem lagos e cisnes, sou barcos, sou ilhas
De Mangueira esguicham meus versos sem rimasMe pergunto o que devo fazer ?
Para a vida então melhorar
A resposta está no bem viver
É saber respeitar e lutar.
___________________________________
crédits :
Fernando Del Papa
Vagner Bezerra (Bóca Rum)
Mathieu Doat
Lalaiá, lalaiá, lalaiá, la laiáHoje o mar desabou
E se pôs a chorar,
Sem lágrima,
A onda balança o soluçar. Maré baixa avisou
A rainha Yemanjá
Reuniu os orixás
Sertão não virá mar. O meu rio secou
Quedas e cachoeiras
Iracema entoou um canto,
Chamou chuva. Correnteza levou,
Vi geleira suar
Conta gotas de amor evaporar. M’água do mundo
Insípida, inodora e incolor
Inocente, impotente e indolor
Finge ver o homem seu protetor. Pescadores, baleias, sereias do mar
Poças, poços e o mundo de pó até posso mudar
Salvem lagos e cisnes, sou barcos, sou ilhas
De Mangueira esguicham meus versos sem rimasMe pergunto o que devo fazer ?
Para a vida então melhorar
A resposta está no bem viver
É saber respeitar e lutar.
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crédits :
Fernando Del Papa
Vagner Bezerra (Bóca Rum)
Mathieu Doat
Fernando Del Papa
Vagner Bezerra (Bóca Rum)
Mathieu Doat